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Séc. XX

Entre 1903 e 1906 são renovados os espaços do antigo Museu Industrial para a Instalação do Museu Etnológico Português, fundado em 1903, e finalmente o ano de 1907 vai trazer para o Mosteiro dos Jerónimos o título de Monumento Nacional.

A partir de 1908, vão-se realizar uma série de obras no Mosteiro, com a conclusão do corpo central do anexo, segundo um projecto antigo de Parente da Silva, de 1895, agora simplificado, e o restauro do cadeiral em 1924 pelo escultor Costa Mota. Em 1938 dá-se o corte do cadeiral e desmantelamento dos órgãos do Coro-Alto, ao mesmo tempo que são colocados a série de vitrais da fachada sul (cartão de Abel Manta, execução de Ricardo Leone).

Por ocasião das comemorações dos Centenários da Pátria, em 1939, são realizados restauros no Mosteiro e na Torre. É desmantelado o baldaquino do túmulo de Alexandre Herculano e o pátio do claustro é pavimentado.

O ano de 1940 é marcado pela “Exposição do Mundo Português”, em que é reorganizado o espaço em frente ao monumento. A Casa Pia abandona a zona claustral do Mosteiro e os túmulos de Camões e Vasco da Gama são transferidos do cruzeiro para o sub-coro. No ano seguinte é reconstruída a galilé da portaria.

A série de vitrais do cruzeiro (cartão de Rebocho, execução de Alves Mendes) é realizada em 1950. Em 1951 são depositados, na Sala do Capítulo, os restos mortais do presidente Carmona que, em 1966, vai ser trasladado para o Panteão Nacional, juntamente com os túmulos dos antigos presidentes e literatos que se encontravam na mesma sala.

O Museu da Marinha, criado em 1909, e o Planetário Calouste Gulbenkian vão-se instalar em 1962 nos edifícios anexos ao Mosteiro.

1983 é o ano da classificação pela UNESCO do Mosteiro como Património Mundial. É também o ano “XVII Exposição de Arte, Ciência e Cultura”.

A assinatura do tratado de adesão de Portugal à CEE vai ter lugar em 1985, no Claustro deste monumento. É colocado no centro do Claustro um lago vindo do Palácio de Queluz.

Duas grandes exposições vão marcar os anos noventa no Mosteiro: a exposição “4 séculos de pintura” em 1992 e, em 1998, a exposição “Leonardo da Vinci – um homem à escala do mundo, um Mundo à escala do homem”, em que o Codex de Leicester, cedido temporariamente por Bill Gates, é apresentado em Portugal.

O final do século traz consigo importantes obras de limpeza, conservação e restauro, na Capela-mor em 1999 e entre 1998-2002 no claustro.

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